segunda-feira, 17 de novembro de 2014

 

Borboletas 


As borboletas, panapanás ou panapanãs são insectos da ordem Lepidoptera classificados nas superfamílias Hesperioidea e Papilionoidea, que constituem o grupo informal "Rhopalocera". Como outros insectos de holometabolismo, o seu ciclo de vida consiste em quatro fases: ovo, larva, pupa e imago (Adulto). Os fósseis mais antigos conhecidos de borboletas são do meio do Eoceno, entre 40-50 milhões de anos atrás .
As borboletas demonstram polimorfismo, mimetismo e aposematismo. Algumas, como a Borboleta-monarca, migram longas distâncias. Algumas borboletas desenvolveram relações simbióticas e parasíticas com insectos sociais tais como as formigas. Algumas espécies são pestes pois enquanto larvas podem danificar culturas ou árvores; porém, algumas espécies são agentes de polinização de algumas plantas e as lagartas de algumas borboletas (e.g. as da subfamília Miletinae) comem insectos nefastos. Culturalmente, as borboletas são um tema popular nas artes visuais e literárias.
 

Etimologia

"Borboleta" vem de "belbellita", termo este calcado em "belo" . "Panapaná" e "panapanã" vêm do tupi panapa'ná . Na língua portuguesa, o termo panapaná também é um substantivo coletivo para borboleta.

Anatomia

As borboletas têm dois pares de asas membranosas cobertas de escamas, que apresentam formas e cores variadas, além de peças bucais adaptadas a sucção. Dispõem de um órgão especial, a espirotrompa, formada pelas maxilas, no aparelho sugador de insetos lepidópteros, que, em repouso, permanece enrolada, formando uma espiral que se estende quando querem sugar o néctar.

Distinguem-se das traças (mariposas) pelas antenas retilíneas que terminam numa bola, pelos hábitos de vida diurnos, pela metamorfose que decorre dentro de uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima.
A borboleta pode ter o peso mínimo de 0,3 gramas e as mais pesadas podem chegar a pesar 3 gramas; alguns tipos de borboletas podem chegar a medir até 32 centímetros de asa a asa.
 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Animais mais Extintos
Arara-vermelha-de-cuba (Ara tricolor)
 Arau-gigante (Pinguinus impennis)
Avestruz-árabe (Struthio camelus syriacus)
Carcará-de-Guadalupe (Polyborus lutosus)
Dodô (Raphus cucullatus)
Gliptodonte (Gênero Glyptodon)
Lobo da Tasmânia (Thylacinus cynocephalus )
Mamute (Gênero Mammuthus)
Moa (Família Dinornithidae)
Periquito-da-carolina (Conuropsis carolinensis)
Pombo viajante (Ectopistes migratorius)
Quagga (Equus quagga quagga)
Tigre de Bali (Panthera tigris balica)

Vaca marinha (Hydrodamalis gigas)

 Tartaruga Marinha 

As espécies ameaçadas de extinção, animais ou vegetais, são aquelas em risco de desaparecer, em um futuro próximo. Incontáveis espécies já se extinguiram nos últimos milhões de anos, devido a causas naturais, como mudanças climáticas, e incapacidade de adaptação a novas condições de sobrevivência.
Mas hoje o homem interfere decisivamente no processo natural de extinção de espécies, através de ações como, por exemplo, destruição dos habitats, exploração dos recursos naturais e introdução de espécies exóticas (vindas de outros locais). Essas e outras atitudes provocam declínio das espécies em taxas jamais observadas na história da humanidade.
As cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil continuam ameaçadas de extinção, segundo critérios das listas brasileira e mundial de espécies ameaçadas. Das cinco, quatro desovam no litoral - e, por estarem mais expostas, são as mais ameaçadas: cabeçuda(Caretta caretta)de pente (Eretmochelys imbricata)oliva(Lepidochelys olivacea) e de couro (Dermochelys coriacea).
tartaruga verde(Chelonia mydas) está menos exposta, pois desova principalmente nas ilhas oceânicas (Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Trindade), onde a ação predatória do homem é mais controlada, o que contribui com a estabilidade da sua população.
De cada mil filhotes que nascem, somente um ou dois conseguem atingir a maturidade. São inúmeros os obstáculos que enfrentam para sobreviver, mesmo quando se tornam juvenis e adultos. Mas, além dos predadores naturais, as ações do homem estão entre as principais ameaças às populações de tartarugas marinhas, destacando-se as seguintes: a pesca incidental, ao longo de toda a costa, com redes de espera, e em alto mar, com anzóis e redes de deriva; a fotopoluição; o trânsito de veículos nas praias de desova; a destruição do habitat para desova pela ocupação desordenada do litoral; a poluição dos oceanos e o aquecimento global.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

husky siberiano é uma raça canina oriunda da Sibéria asiática, localizada a leste dos Cordilheira Urais e acima da latitude 70 Norte. Estes cães são conhecidos da Sibéria há mais de um milhão de anos, quando foram especialmente desenvolvidos para puxar trenós em condições extremas frias pelos Chukchi, que vivem em áreas . Em 1887, quando a Rússia ainda dominava o Alasca, migrou da Sibéria asiática rumo ao Alasca, começaram a se popularizar pelo mundo. Alguns anos mais tarde, ajudaram a salvar a população de uma aldeia na área americana, quando levaram medicamentos e suprimentos aos habitantes isolados por uma tempestade. Por este feito, um particular exemplar tornou-se muito famoso: Balto.
Fisicamente é considerado um animal de trabalho rápido, de movimentos fluentes e corpo compacto, protegido por uma densa, porém não longa, pelagem. É ainda capaz de percorrer grandes distâncias a uma velocidade moderada. Classificados como fortes e resistentes, não possuem aparência rústica ou pesada. As cores de sua pelagem são bastante variadas, indo do branco puro ao preto e branco.
tigre-de-bengala, também conhecido como tigre real, tigre-de-bengala-real ou tigre-indiano é um Grande felino e uma das dez subespécies de tigre, sendo a segunda maior dentre elas, perdendo apenas para o tigre siberiano. Seu nome deve-se à sua presença em Bengala ocidental, próxima ao Golfo de Bengala.
É uma das espécies mais ameaçadas de extinção dentre os grandes felinos do planeta, seja pela caça ilegal ou pela destruição de seu habitat. Estima-se que em 2008 existam cerca de 500 tigres-de-bengala livres no planeta; três das nove subespécies de tigres que existiam no planeta já estão extintas, e outras tendem a desaparecer pelo cruzamento genético entre subespécies diferentes.
Fundações como a WWF tomaram a frente da responsabilidade de propiciar a preservação dos tigres, mais especificamente do tigre-de-bengala, tigre de sumatra e do tigre-siberiano (ainda mais raros). Estima-se que o percentual de tigres na Ásia hoje seja 40% menor do que em 1995, graças a esforços e ajuda humanitária, cerca de 15% já foi recuperado.